Por Ismar Capistrano C. Filho
Dezenas de mortos, centenas de
feridos e milhares ofendidos. Esse é o saldo de mais uma publicação de um
veículo ocidental agressiva ao Islamismo. Os desrespeitos ao fundador da
religião, no filme “A inocência do Muçulmanismo” do diretor estadunidense Alan
Roberts, foram suficientes não só para causar a ira, os distúrbios e a violência,
mas para fazer-nos refletir sobre o papel social da liberdade de expressão.
Afinal esta garantia é um meio e um fim da vida social? Há critérios para seu
exercício?